A graça do silêncio está na harmonia que brota da clareza e da limpidez da mente. 
A imagem da mente como um lago sereno, experimentando a brisa suave, é mais que uma possibilidade: é uma necessidade do ser humano.
Exercitar a mente, não apenas com reflexões, mas com o aprofundamento do silêncio, significa dar chances a si mesmo de abrir as portas para uma vida nova, onde a serenidade e a paz interior serão as estrelas guias.
Intensificar essa prática não deve ser algo restrito aos yogues. É algo que deve ser incorporado no dia a dia de cada um.
Dedicar um tempo ao silêncio, diariamente, é abrir o caminho que levará a humanidade a viver em estado de graça.
Viver com felicidade e leveza vem da paz interior e da serenidade que habitam dentro do ser, e não dos fatos ou situações do dia a dia.
Ultrapassar a fronteira que impede o ser de se dedicar a si próprio é romper com o padrão de “descaso consigo mesmo”.
Aprofundar o interesse pela paz interior significa agregar um atributo no seu viver, que é bastante relevante!
Isso significa passar de um operário a um operário da paz
de uma mãe a uma mãe da paz,
de uma criança a uma criança da paz,
de um executivo a um executivo da paz,
de um engenheiro a um engenheiro da paz,
de uma professora a uma professora da paz,
de um cozinheiro a um cozinheiro da paz,
de um cirurgião a um cirurgião da paz,
de um estudante a um estudante da paz,
de um jornalista a um jornalista da paz,
de um trabalhador a um trabalhador da paz,
de um pintor a um pintor da paz,
de um amante a um amante da paz.
A relevância da sutil prática do silêncio no dia a dia pode, num lance de mágica, resultar num atributo a transformar o mundo, em um mundo de paz!
Cada um pode fazer sua estrela guia brilhar. É só fazer sua parte!
Para tanto, um nível de dedicação mínima, diariamente, à experiência do silêncio é o requisito primordial!
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Autor: Herbert Santos
Livro: Intuição.com – Você na Nova Era
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