Compaixão.

A ausência da verdade não caberá num coração preenchido de amor.
O ser com um coração compassivo refletirá nos olhos a luz da verdade e do amor.

A compaixão não é uma conquista, mas uma dádiva que só os puros de coração possuem. O altruísmo não é um método de doação daquele que tem compaixão , mas é, em verdade, seu nutriente; um nutriente que será sempre compartilhado.

A energia da compaixão tem o poder de transformar seres e ambientes.
Ao ser compassivo não cabe o papel de julgar, mas em quaisquer circunstâncias ali residirá o papel de ajudar.
A alma compassiva tem iluminação própria e não necessita de holofotes para resplandecer seu brilho.
Seus atos serão, em maioria, incógnitos e elevados, mas de pureza e simplicidade marcantes.

Aquele que tem percepção sabe, que no fundo, a alma compassiva é a mais rica de todas.
Assim como o sol não escolhe que lugar clarear ou sobre quem vai brilhar, a alma compassiva não escolhe quando ter compaixão.

Ter compaixão é a mais sutil e incógnita de todas as formas de beleza divina, apesar de ser a mais poderosa e efetiva de todas.

De todas as características angelicais, a compaixão é a mais humana delas, nem por isso é a mais comum.
Diria que, se alguém tem a meta de se tornar um anjo, a compaixão é o requisito mínimo.

Perdoar, saber entender, saber escutar, são características da alma compassiva, assim como querer mais doar que receber e mais amar que ser amado.

A estratégia de uma alma compassiva é não ter estratégias, é simplesmente agir com o coração e bondade, sem em troca nada esperar.
A compaixão não é uma linguagem do coração ou uma característica da alma, mas é acima de tudo o reflexo de um ser iluminado.


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Foto: banco de imagens PIXABAY

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