
“Rudolf Steiner, pai da Antroposofia, disse que as borboletas são flores que se desprendem da terra, e que as flores são borboletas que a terra apreendeu“.
Se a primavera é uma data simbolizada pelas flores, podemos dizer que as borboletas também simbolizam esta data.
Podemos fazer uma comparação das fases que a borboleta passa com as nossas fases de vida, embora esqueçamos que fazemos parte da natureza e que estamos sob as mesmas leis.
A borboleta tem quatro fases:
- Ovo
- Lagarta
- Crisálida
- Borboleta
Como a borboleta, num determinado momento também temos que romper com a casca do nosso ovo. Romper com esta capa de proteção e caminharmos
na vida seguros em nós e da nossa potencialidade.
Na fase lagarta, a borboleta se rasteja pelo chão, é aprendizado da terra e que para nós seria o mundo físico, as coisas materiais.
A crisálida, representa o voltar-se para o ovo, para dentro para gestar.
Para nós é um período para nos voltarmos para dentro, entrar em contato com os nossos sentimentos e emoções.
Na fase final, a borboleta é libertada pelas suas asas e voa para o mundo.
Para chegarmos a alcançar essa liberdade, precisamos sair da nossa área de conforto, do conhecido e nos atirar para o novo, sem expectativas, largar o que não nos serve mais e dar entrada a coisas novas. É deixar-se morrer para renascer. Renascer para ser você mesmo e ser capaz de voar sozinho.
Ser auto-soberano.
Em qual estágio você se encontra?
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Nanci Vince, dedicou a vida profissional aos estudos da Metafísica, Astrologia, Florais de Bach e Meditação. Desenvolveu trabalhos em nível individual e grupal, ministrando cursos e palestras. Desta experiência, escreveu o livro “Os Sinais que a vida nos dá”.
Foto: disponibilizada por Clix