Além da “ordem”

A educação propagada no ensino brasileiro incentiva e prepara os estudantes a serem funcionários e empregados subordinados.

Esta visão de ‘ensinar’ o estudante a ser ‘mandado’ ou a receber ordens faz parte de um processo que aniquila a possibilidade de uso e descoberta da intuição e da inteligência intuitiva. Automaticamente a criatividade e o sentimento de inovação de querer descobrir, que é o cerne do ‘aprender’, acabam se esvaindo nos bancos escolares gradativamente.

Um aspecto deve chamar atenção do empreendedor moderno – seja ele um professor ou um empresário: a intuição existe e pode fazer a diferença!
E para sua manifestação ela demanda espaço, tempo, autonomia e confiança.
O espaço deve ser pensado em termos de proporcionar liberdade e sentimento de integração – de fazer parte.
Tempo para pensar – e sentir deve ser dado a cada pessoa como indivíduo e como grupo. Respeito ao momento deve ser um fator chave na educação e na relação ensino-aprendizagem. Isso só será possível se houver o sentimento de presença por parte dos envolvidos.
Aí entra a autonomia – que é fator chave nos aspectos descoberta, inovação, criação e aprendizagem.
A confiança faz parte vital deste processo; sem ela não será estabelecida nenhuma forma de relação saudável, e a aprendizagem aí se insere.

A escola que proporciona este tipo de cenário a seus alunos, professores e funcionários estará estabelecendo novos paradigmas que conduzirão a educação do futuro.
Ética, respeito, credibilidade, amor ao que faz, são componentes deste universo.

Autor: Herbert Santos
livro: Intuição.com-Você na nova Era
site http://intuicao.com
Foto do banco de imagens do site stock.xchng

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